Não é só salário: pesquisa mostra o que conta na hora de aceitar um emprego novo

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A pesquisa Índice de Confiança da Robert Half (ICRH), feita pela consultoria de recrutamento e carreiras, revelou que  23% das empresas têm intenção alta ou muito alta de fazer contratações nos próximos meses.

Mas a pesquisa mostrou também que 81% dos recrutadores sinalizam hoje dificuldades na contratação de profissionais qualificados, sendo 27% deles acreditam que esse cenário será ainda mais desafiador nos próximos meses.

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De acordo com Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul, para evitar erros na contratação e garantir a captação dos melhores talentos, é fundamental ir além do alinhamento entre perfil e vaga.

O executivo orienta que é preciso ter atenção e respeito às etapas do processo seletivo, cumprir prazos acordados, oferecer feedbacks transparentes e manter uma comunicação clara. “Os candidatos estão cada vez mais exigentes em relação a esses pontos, e as empresas competem de maneira mais acirrada por talentos qualificados. Portanto, as estratégias de atração precisam ser bem trabalhadas”, diz Mantovani.

Na pesquisa, destacou-se que, entre os profissionais empregados entrevistados, além do pacote de benefícios e o salário, a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional era um fator importante na hora de optar por uma vaga. Assim como poder trabalhar remotamente ou no modelo híbrido.

Veja o que profissionais consideram importante na hora de aceitar uma vaga

  • Pacote de benefícios (82%);
  • Possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional (71%);
  • Possibilidade de trabalho remoto ou híbrido (66%);
  • Perspectiva de crescimento (60%);
  • Distância entre a casa e o trabalho (50%).

O levantamento ICRH está em sua 28ª edição e foi feito com a participação de 1.161 profissionais, igualmente divididos em três categorias: recrutadores (profissionais responsáveis por recrutamento nas empresas ou que têm participação no preenchimento das vagas); profissionais qualificados empregados; e profissionais qualificados desempregados (com 25 anos ou mais e formação superior).





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