{"id":84188,"date":"2025-04-02T05:12:20","date_gmt":"2025-04-02T08:12:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ismaelcolosi.com.br\/index.php\/2025\/04\/02\/por-que-o-burnout-afeta-mais-as-mulheres\/"},"modified":"2025-04-02T05:12:20","modified_gmt":"2025-04-02T08:12:20","slug":"por-que-o-burnout-afeta-mais-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ismaelcolosi.com.br\/index.php\/2025\/04\/02\/por-que-o-burnout-afeta-mais-as-mulheres\/","title":{"rendered":"Por Que o Burnout Afeta Mais as Mulheres?"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure class=\"destaque wp-caption\">&#13;<br \/>\n\t\t<img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" width=\"678\" height=\"452\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/forbes.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-768x512.jpg?resize=678%2C452&#038;ssl=1\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-post-image\" alt=\"forbes capa burnout mulheres\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\"\/>\t\t<\/p>\n<p>Getty Images<\/p>\n<p>&#13;<figcaption class=\"wp-caption-text\">Apesar dos altos \u00edndices de burnout, menos de um ter\u00e7o das mulheres se sente confort\u00e1vel para falar sobre sa\u00fade mental no trabalho<\/figcaption>&#13;<br \/>\n\t<\/figure>\n<div class=\"accessibility\">\n<p>Acessibilidade<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\t\t\t<button onclick=\"alterFont1()\" id=\"btn1\" class=\"btn\">L<\/button>&#13;<br \/>\n\t\t\t<button onclick=\"alterFont2()\" id=\"btn2\" class=\"btn\" style=\"font-family:Merriweather\">L<\/button>&#13;<br \/>\n\t\t\t<button onclick=\"alterFontSmallerSize()\" id=\"btn3\" class=\"btn\">A-<\/button>&#13;<br \/>\n\t\t\t<button onclick=\"alterFontBiggerSize()\" id=\"btn4\" class=\"btn\">A+<\/button>&#13;<br \/>\n\t\t\t<!--<button onclick='alterFontBolder()' id='btn5' class=\"btn\" >B<\/button>-->&#13;<br \/>\n\t\t\t<button onclick=\"alterBackground()\" id=\"btn6\" class=\"btn\">\u25d0<\/button>&#13;<br \/>\n\t\t\t<!--<button onclick='clean()' id='btn7' class=\"btn\" >Limpar<\/button>-->&#13;\n\t\t<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Entre os afastamentos recordes por <strong>quest\u00f5es de sa\u00fade mental<\/strong> em 2024 no Brasil, as <strong>mulheres foram as principais afetadas<\/strong>. Dados do Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia Social mostram que elas representaram <strong>63,8% das 472 mil licen\u00e7as<\/strong> concedidas por transtornos mentais no ano.<\/p>\n<p>As mulheres relatam n\u00edveis mais altos de <strong>burnout<\/strong> do que os homens h\u00e1 anos, e essa disparidade de g\u00eanero aumentou desde a pandemia. Em uma pesquisa com 5 mil mulheres, quase uma em cada quatro afirmou sentir esgotamento profissional, de acordo com o relat\u00f3rio <a href=\"https:\/\/www.deloitte.com\/global\/en\/issues\/work\/content\/women-at-work-global-outlook.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Women @ Work 2024<\/a><strong>,<\/strong> da consultoria global <strong>Deloitte<\/strong>.<\/p>\n<aside>\n<h2>Leia tamb\u00e9m<\/h2>\n<\/aside>\n<p>A OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade) define o burnout como um estado de exaust\u00e3o f\u00edsica e mental causado pelo estresse cr\u00f4nico no ambiente corporativo. O quadro leva \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de esgotamento, redu\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia profissional e distanciamento do trabalho.<\/p>\n<p>Os \u00edndices mais altos de burnout entre as mulheres costumam ser atribu\u00eddos \u00e0s suas responsabilidades desproporcionais com os cuidados fora do trabalho. Mulheres que trabalham em tempo integral realizam <strong>22%<\/strong> mais trabalho dom\u00e9stico e de cuidado n\u00e3o remunerado do que homens na mesma condi\u00e7\u00e3o, segundo dados de 2020 da organiza\u00e7\u00e3o americana de pesquisa sobre mulheres <a href=\"https:\/\/iwpr.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Institute for Women\u2019s Policy Research<\/a>.<\/p>\n<article class=\"w-full text-token-text-primary\" dir=\"auto\" data-testid=\"conversation-turn-54\" data-scroll-anchor=\"true\">\n<div class=\"text-base my-auto mx-auto py-5 px-6\">\n<div class=\"mx-auto flex flex-1 text-base gap-4 md:gap-5 lg:gap-6 md:max-w-3xl lg:max-w-[40rem] xl:max-w-[48rem] group\/turn-messages focus-visible:outline-none\" tabindex=\"-1\">\n<div class=\"group\/conversation-turn relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn @xs\/thread:px-0 @sm\/thread:px-1.5 @md\/thread:px-4\">\n<div class=\"relative flex-col gap-1 md:gap-3\">\n<div class=\"flex max-w-full flex-col flex-grow\">\n<div class=\"min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 whitespace-normal break-words text-start [.text-message+&amp;]:mt-5\" dir=\"auto\" data-message-author-role=\"assistant\" data-message-id=\"5e30be22-0015-45a3-9d33-6c8931647590\" data-message-model-slug=\"gpt-4o\">\n<div class=\"flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]\">\n<p>Al\u00e9m de serem as principais respons\u00e1veis pelos cuidados infantis, as mulheres tamb\u00e9m assumem uma fatia significativamente maior do cuidado com idosos em compara\u00e7\u00e3o aos homens. No entanto, essa \u201cdupla jornada\u201d \u00e9 apenas uma parte do problema. Os<strong> vieses de g\u00eanero no ambiente de trabalho<\/strong> tamb\u00e9m t\u00eam um impacto importante.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<p>Pesquisadores identificaram como os vieses de g\u00eanero contribuem para os \u00edndices mais altos de burnout entre as mulheres. Empresas que negligenciam essa rela\u00e7\u00e3o podem ter dificuldades para reter uma parcela essencial de seus talentos.<\/p>\n<h2>Como os vieses de g\u00eanero contribuem para o burnout de mulheres<\/h2>\n<h3>O trabalho extra \u00e9 menos reconhecido<\/h3>\n<p>A cultura do excesso de trabalho se deve, em parte, ao fato de que longas jornadas costumam estar associadas a aumentos salariais maiores, b\u00f4nus mais altos e promo\u00e7\u00f5es mais r\u00e1pidas. Isso pode parecer meritocracia, mas n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>Um<a href=\"https:\/\/journals.scholarsportal.info\/details\/01902725\/v87i0001\/22_gatdpoo.xml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> estudo publicado em 2024 na revista acad\u00eamica de psicologia Social Psychology Quarterly<\/a> revelou que mulheres que trabalham as mesmas horas excessivas que os homens recebem recompensas menores.<\/p>\n<p>Na pesquisa, 230 profissionais americanos analisaram dois perfis de funcion\u00e1rios com avalia\u00e7\u00f5es de desempenho id\u00eanticas: um com carga hor\u00e1ria de 40 horas semanais e outro com 60 horas semanais. Os participantes avaliaram cada colaborador em termos de comprometimento e compet\u00eancia e escolheram um deles para oportunidades de treinamento gerencial e promo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os participantes selecionaram o funcion\u00e1rio que trabalhava 60 horas semanais para receber as recompensas em<strong> 89%<\/strong> das vezes. No entanto, esse <strong>\u201cpr\u00eamio pelo excesso de trabalho\u201d<\/strong> n\u00e3o foi distribu\u00eddo igualmente entre os g\u00eaneros. Embora tanto homens quanto mulheres fossem recompensados pelo trabalho excessivo, os homens recebiam benef\u00edcios significativamente maiores.<\/p>\n<p>Homens que trabalhavam 60 horas por semana tinham <strong>8%<\/strong> mais chances de receber recompensas do que mulheres que trabalhavam as mesmas 60 horas semanais e apresentavam desempenho id\u00eantico. Em outras palavras, o <strong>esfor\u00e7o extra das mulheres \u00e9 subvalorizado<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, embora os avaliadores tendessem a classificar todos os profissionais que trabalhavam 60 horas como mais comprometidos e competentes do que os outros, as avalia\u00e7\u00f5es foram significativamente piores para as mulheres. Os avaliadores atribu\u00edram as longas jornadas dos homens a um maior comprometimento com a carreira. No entanto, no caso das mulheres, pareceram associar o excesso de trabalho, em parte, a uma suposta menor compet\u00eancia, assumindo que elas precisavam de mais horas para concluir as tarefas.<\/p>\n<p>Essa conclus\u00e3o sugere que as mulheres dificilmente conseguir\u00e3o superar a desigualdade de g\u00eanero apenas trabalhando mais. \u201cNunca vamos fechar essa lacuna de g\u00eanero se continuarmos avaliando homens e mulheres de maneira diferente pelo mesmo comportamento\u201d, afirma <strong>Christin Munsch<\/strong>, professora de sociologia da <strong>Universidade de Connecticut<\/strong> e autora principal do estudo.<\/p>\n<p>Ainda assim, as recompensas desproporcionais para os homens podem levar as mulheres a trabalhar ainda mais para progredir na carreira. Essas horas extras \u2013 com menos reconhecimento \u2013 podem contribuir para o <strong>aumento do cansa\u00e7o, problemas de sa\u00fade e burnout<\/strong>.<\/p>\n<h3>A efici\u00eancia \u00e9 subvalorizada<\/h3>\n<p>O estudo tamb\u00e9m identificou um vi\u00e9s nas avalia\u00e7\u00f5es que impactam negativamente mulheres altamente produtivas, que conseguem realizar seu trabalho em menos tempo.<\/p>\n<p>Na pesquisa, os profissionais que trabalhavam 40 horas semanais foram descritos como mais eficientes do que os outros. Ambos receberam avalia\u00e7\u00f5es de desempenho id\u00eanticas, mas um levou muito mais tempo para concluir suas tarefas. \u201cMesmo assim, os participantes preferiram recompensar aqueles que trabalhavam mais horas, em vez dos funcion\u00e1rios igualmente produtivos \u2013 e, por defini\u00e7\u00e3o, mais eficientes \u2013 que cumpriam a jornada padr\u00e3o\u201d, explicaram os pesquisadores.<\/p>\n<p>Isso significa que, mesmo quando uma mulher realiza em 40 horas a mesma quantidade e qualidade de trabalho que um homem conclui em 60 horas, ele ainda \u00e9 mais recompensado profissionalmente.<\/p>\n<p>Dado que as mulheres t\u00eam mais responsabilidades com cuidados fora do trabalho, elas tendem a cumprir jornadas formais menores do que os homens. Nos Estados Unidos, dados de 2024 da ag\u00eancia <a href=\"https:\/\/www.bls.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bureau of Labor Statistics<\/a>, que faz parte do Departamento de Trabalho dos EUA, provam isso. No entanto, mesmo quando s\u00e3o t\u00e3o produtivas quanto os homens que trabalham mais horas, elas s\u00e3o prejudicadas porque a <strong>presen\u00e7a no escrit\u00f3rio \u00e9 mais valorizada do que a efici\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n<p>A desvaloriza\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia cria incentivos para que as mulheres trabalhem mais tempo, o que pode levar ao quadro de burnout.<\/p>\n<h3>A fadiga \u00e9 subestimada<\/h3>\n<p>Como o excesso de trabalho e a produtividade das mulheres s\u00e3o subestimados, n\u00e3o \u00e9 surpresa que elas relatem n\u00edveis mais altos de fadiga do que os homens, segundo um<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s11199-024-01534-6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> estudo publicado em 2024 na Sex Roles, revista acad\u00eamica internacional de ci\u00eancias comportamentais e sociais<\/a>. O problema \u00e9 que essa fadiga \u00e9 frequentemente ignorada.<\/p>\n<p>No estudo, observadores assistiram a intera\u00e7\u00f5es sociais de homens e mulheres e, depois, classificaram o n\u00edvel de cansa\u00e7o de cada participante. Esses resultados foram comparados aos relatos dos pr\u00f3prios participantes.<\/p>\n<p>A pesquisa revelou um vi\u00e9s de g\u00eanero significativo na percep\u00e7\u00e3o do cansa\u00e7o. As mulheres relataram sentir-se muito mais fadigadas do que os homens. No entanto, os observadores perceberam o oposto: elas foram vistas como menos cansadas do que seus colegas do sexo masculino.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve diferen\u00e7as nos sinais n\u00e3o verbais de cansa\u00e7o entre homens e mulheres, o que indica que o vi\u00e9s estava na percep\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o na express\u00e3o da fadiga. Subestimar a exaust\u00e3o feminina pode levar \u00e0 sobrecarga de trabalho das mulheres, \u00e0 falta de suporte no ambiente profissional e a um<strong> maior risco de burnout<\/strong>.<\/p>\n<p>As mulheres podem, inclusive, sentir a necessidade de mascarar seu cansa\u00e7o, o que agrava ainda mais o problema. \u201cA experi\u00eancia de ter sua fadiga constantemente subestimada pode levar as mulheres a acreditar que precisam apenas \u2018aguentar firme\u2019\u201d, explica a pesquisadora <strong>Morgan Stosic<\/strong>. Isso pode torn\u00e1-las menos propensas a relatar seu cansa\u00e7o, tirar licen\u00e7as m\u00e9dicas ou buscar suporte adequado.<\/p>\n<h2>Mulheres e burnout: o que as empresas devem fazer<\/h2>\n<p>Os empregadores t\u00eam um papel a desempenhar na mitiga\u00e7\u00e3o do problema. \u201cEmbora muitas discuss\u00f5es sobre burnout tendam a focar no autocuidado, as empresas tamb\u00e9m t\u00eam o dever de zelar pela sa\u00fade mental dos seus colaboradores\u201d, diz <strong>Darria Long Gillespie<\/strong>, coautora da <a href=\"https:\/\/www.egonzehnder.com\/insight\/super-burnt-out\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pesquisa The Burnout Study in Women (O Estudo sobre o Burnout nas Mulheres)<\/a>, da consultoria empresarial <strong>Egon Zehnder<\/strong>.<\/p>\n<p>Para melhorar esse cen\u00e1rio, as companhias devem trabalhar para reduzir o estigma em torno do uso de recursos de sa\u00fade mental para seus funcion\u00e1rios. Ao mesmo tempo em que as mulheres relatam n\u00edveis mais altos de estresse no trabalho, <strong>menos de um ter\u00e7o delas se sente confort\u00e1vel para falar sobre sa\u00fade mental no ambiente profissional<\/strong>, de acordo com o relat\u00f3rio da Deloitte.<\/p>\n<p>Os empregadores tamb\u00e9m podem abordar o vi\u00e9s de g\u00eanero nas premia\u00e7\u00f5es corporativas, identificando m\u00e9tricas mais precisas de desempenho e produtividade do que apenas a quantidade de horas trabalhadas. \u201cAs organiza\u00e7\u00f5es afirmam que a efici\u00eancia \u00e9 um valor central, mas muitas vezes criam culturas corporativas que valorizam o excesso de trabalho meramente perform\u00e1tico em vez da produtividade real\u201d, afirma a professora Christin Munsch, da <strong>Universidade de Connecticut.<\/strong><\/p>\n<p>Empresas ainda podem incentivar o uso de f\u00e9rias, licen\u00e7as m\u00e9dicas e familiares e folgas remuneradas, al\u00e9m de desencorajar comunica\u00e7\u00f5es fora do hor\u00e1rio de expediente, limitar eventos ap\u00f3s o trabalho e apoiar a desconex\u00e3o dos funcion\u00e1rios durante seus per\u00edodos de descanso.<\/p>\n<p>Por fim, os empregadores podem reduzir os vieses de g\u00eanero ao oferecer maior flexibilidade no ambiente de trabalho para todos. Cada vez mais, os profissionais enxergam esse recurso como essencial para a sa\u00fade mental. Segundo o relat\u00f3rio <a href=\"https:\/\/businessolver.com\/workplace-empathy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">State of Workplace Empathy 2024<\/a>, da Businessolver, plataforma de tecnologia para administrar benef\u00edcios de empresas, a grande maioria dos funcion\u00e1rios considera hor\u00e1rios flex\u00edveis (89%) e op\u00e7\u00f5es de trabalho remoto (84%) como prioridades para o bem-estar no trabalho.<\/p>\n<p><em>*Michelle Travis \u00e9 colaboradora da Forbes USA. Tamb\u00e9m \u00e9 professora pesquisadora na Universidade de San Francisco School of Law e especialista em lideran\u00e7a inclusiva.<\/em><\/p>\n<aside>\n<h2>Escolhas do editor<\/h2>\n<\/aside>\n<div class=\"follow-us\">Siga o canal da <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Va9gQKwBFLgM96cJnu0u\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" title=\"Grupo da Forbes no WhatsApp\">Forbes<\/a> no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle.<\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-debloat-delay=\"1\" type=\"text\/debloat-script\">\n\t\t\t\t(function(d, s, id){\n\t\t\t\t\tvar js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];\n\t\t\t\t\tif (d.getElementById(id)) return;\n\t\t\t\t\tjs = d.createElement(s); js.id = id;\n\t\t\t\t\tjs.src = \"\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/sdk.js#xfbml=1&version=v2.9\";\n\t\t\t\t\tfjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);\n\t\t\t\t}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));\n\t\t\t<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/forbes.com.br\/forbes-mulher\/2025\/04\/por-que-o-burnout-afeta-mais-as-mulheres\/\">Source link <\/a><\/p>\n<div class='code-block code-block-4' style='margin: 8px auto 8px 0; text-align: left; display: block; clear: both;'>\n\ud83d\udce2 Aviso Legal\n\nO site ismaelcolosi.com.br atua apenas como um canal de divulga\u00e7\u00e3o de oportunidades de emprego e n\u00e3o se responsabiliza pelo processo seletivo, contrata\u00e7\u00e3o ou qualquer outra etapa relacionada \u00e0s vagas publicadas. 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Desconfie de qualquer cobran\u00e7a para participar de sele\u00e7\u00f5es.<\/div>\n<!-- CONTENT END 1 -->\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#13; Getty Images &#13;Apesar dos altos \u00edndices de burnout, menos de um ter\u00e7o das mulheres se sente confort\u00e1vel para falar sobre sa\u00fade mental no trabalho&#13;&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":84189,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"_joinchat":[],"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1964],"tags":[],"class_list":["post-84188","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carreira-e-sucesso-dicas-para-carreira"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1","uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1",1200,675,false],"thumbnail":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?resize=150%2C150&ssl=1",150,150,true],"medium":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=300%2C169&ssl=1",300,169,true],"medium_large":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=768%2C432&ssl=1",768,432,true],"large":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=1024%2C576&ssl=1",1024,576,true],"1536x1536":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1",1200,675,true],"2048x2048":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1",1200,675,true],"really-simple-thumb":["https:\/\/i0.wp.com\/ismaelcolosi.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/forbes-capa-burnout-mulheres-1200x675.jpg?resize=370%2C247&ssl=1",370,247,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"ismaelcolosi.com.br","author_link":"https:\/\/ismaelcolosi.com.br\/index.php\/author\/vidareal-online\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"&#13; 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