Sri Lanka Quer Atrair Nômades Digitais Com Novo Visto

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O Sri Lanka entrou na disputa global por profissionais remotos. O país asiático lançou um visto para nômades digitais que permite viver e trabalhar na ilha por até um ano, desde que o profissional comprove renda mensal superior a US$ 2.000 (R$ 10.426,60).

A iniciativa faz parte da estratégia do governo para atrair estadias mais longas de estrangeiros e impulsionar o turismo, com a meta de alcançar 3 milhões de visitantes até 2026.

O que fazer no Sri Lanka

O Sri Lanka é conhecido por suas praias de areia e vida selvagem impressionante, incluindo elefantes e leopardos em seus parques nacionais. O país oferece ruínas atemporais, pessoas acolhedoras, boas ondas para surfe, preços baixos e comida saborosa. Além disso, há excelentes locais para mergulho, templos e safáris.

Também se destacam a capital do surfe do país, Arugambay, reinos históricos que atravessam dois milênios, a região de Jaffna e seu passado colonial, além da observação de baleias e golfinhos — especialmente baleias-azuis, orcas e cachalotes, os maiores carnívoros do planeta.

Outra atração é o Meeting of the Elephants, em Minneriya, o maior encontro de elefantes asiáticos do mundo, além da mineração de pedras preciosas na província de Sabaragamuwa.

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Segundo a Euronews, os visitantes podem se decepcionar um pouco com a velocidade da internet, já que o país ocupa a 131ª posição no mundo em velocidade de banda larga fixa.

Atualmente, o país recebe cerca de 2,36 milhões de turistas internacionais por ano, alguns dos quais percorrem a Pekoe Trail, uma rota de caminhada de 300 km pelas terras altas centrais.

Como funciona o visto para nômades digitais no Sri Lanka

Os vistos para nômades digitais normalmente exigem uma renda mensal mínima para permanecer no país. No Sri Lanka, ela deve ser superior a US$ 2.000 (R$ 10.426,60). Se o solicitante tiver mais de dois filhos, é necessário acrescentar US$ 500 (R$ 2.606,65) por cada filho adicional.

Como ocorre com a maioria dos vistos para nômades digitais, é preciso comprovar que a renda vem de clientes fora do país, para garantir que o visitante não esteja ocupando potenciais vagas de trabalho destinadas a residentes locais.

Também é necessário comprovar seguro de saúde e acomodação durante toda a estadia. A lista completa de documentos exigidos é fornecida pelo Departamento de Imigração e Emigração. Os titulares poderão abrir contas bancárias e matricular dependentes em escolas.

Sri Lanka se junta a mais de 60 países

Mais de 60 países já oferecem vistos para nômades digitais — 91% deles lançados desde 2020 para atrair profissionais remotos e impulsionar as economias locais. Muitos programas miram profissionais globais em busca de melhor qualidade de vida no exterior, embora caminhos para residência permanente ainda sejam raros.

Na maioria dos casos, esses vistos permitem apenas residência temporária, embora alguns programas ofereçam um caminho para permanência, como em Portugal, Itália, Alemanha, Países Baixos, Noruega, Canadá, México, Equador, El Salvador e Uruguai.

Ainda há vários programas de visto para nômades digitais na Europa com exigência de renda mensal igual ou inferior a US$ 2.000 (R$ 10.426,60). Em Montenegro, por exemplo, o visto é possível com renda mínima de US$ 1.446 (R$ 7.538,43) por mês, válido por até quatro anos e com benefícios fiscais. Na Albânia, a exigência é de US$ 815 (R$ 4.248,84), renovável por até cinco anos. Na República Tcheca, varia entre US$ 1.670 (R$ 8.706,21) e US$ 1.808 (R$ 9.425,65), e na Croácia é de US$ 2.750 (R$ 14.336,58).

Na América Latina, destinos populares como Colômbia — US$ 750 (R$ 3.909,98) — e Equador — US$ 1.350 (R$ 7.037,96) — também ficam abaixo dos US$ 2.000 (R$ 10.426,60).

O programa de visto para nômades digitais da Nova Zelândia se destaca por não exigir renda mínima. Ele pode ser estendido para até nove meses por meio de um visto de visitante e oferece isenção fiscal para estadias inferiores a 92 dias em um período de 12 meses, desde que o viajante pague impostos em outro país.

Esse visto é apenas um exemplo das estratégias do governo neozelandês para retomar o turismo aos níveis anteriores a 2019. Em 2024, o número de chegadas ao país ainda estava cerca de 17% abaixo do registrado antes da pandemia.

*Alex Ledsom é colaborador da Forbes US. Ele escreve para grandes jornais e revistas americanas e tem experiência em pesquisa, negócios e finanças.

*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com



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