4 Estratégias da Mais Nova Bilionária para uma Carreira de Sucesso

Author:



beyoncé forbes (1)

Justin Sullivan/Getty Images

Mesmo considerada uma veterana da música, Beyoncé segue à frente do seu tempo e do mercado

Acessibilidade








Poucos artistas da indústria do entretenimento conseguiram sustentar, por tanto tempo, o nível de relevância, influência e poder cultural de Beyoncé. Desde o início no grupo Destiny’s Child até o sucesso como artista solo e empresária, ela conseguiu se manter relevante por mais de três décadas e dialogar com diferentes gerações.

No último mês, a cantora atingiu um novo patamar ao conquistar o status de bilionária. Ela passa agora a integrar um seleto grupo de celebridades que recentemente ultrapassaram a marca de dez dígitos — dos 22 artistas bilionários identificados pela Forbes, quase metade entrou nesse clube nos últimos três anos — e se torna apenas a quinta musicista da lista, ao lado do marido, Jay-Z, além de Taylor Swift, Bruce Springsteen e Rihanna.

Embora a Queen Bey tenha expandido seus negócios para alguns setores populares entre celebridades — incluindo uma marca de cuidados capilares (Cécred), um rótulo de whisky (SirDavis) e uma linha de roupas (Ivy Park, descontinuada em 2024) — a maior parte de sua fortuna vem da música, ao controlar os direitos de seu catálogo e gerar receitas massivas com turnês globais.

  🔥🔥 Lista Completa de Vagas em Ribeirão Preto-SP e Região | Estágios, Jovem Aprendiz e Home Office. Clique aqui: https://wp.me/pfMlyK-maM

4 lições de Beyoncé para uma carreira de sucesso

A carreira de Beyoncé mostra que o sucesso não se resume apenas ao trabalho árduo, mas às estratégias consistentes aplicadas com esforço contínuo. A seguir, veja quatro lições da trajetória da cantora de como alcançar o sucesso em uma indústria altamente competitiva:

1. Assumir riscos calculados vale a pena

Ao longo da carreira, Beyoncé frequentemente trabalhou fora das expectativas tradicionais para desafiar o improvável e criar momentos históricos. Em um de seus versos mais icônicos — “Changed the game with that digital drop / Know where you was when that digital popped / I stopped the world”, da música Feeling Myself —, ela faz referência ao lançamento surpresa de seu álbum homônimo em 2013, disponibilizado sem qualquer divulgação prévia.

Esse “lançamento digital” redefiniu a forma como a música podia ser lançada, driblando o modelo tradicional de marketing em favor de uma conexão direta com os fãs e apostando no impacto da surpresa. A tendência continuou mais de uma década depois, com o lançamento de “Cowboy Carter”, álbum que desafia gêneros ao mesclar country, R&B, pop acústico e hip-hop. O projeto reposicionou sua identidade artística como alguém que vive em constante evolução e eleva os padrões da indústria musical.

2. A vulnerabilidade estratégica pode ser uma ferramenta poderosa

O impacto de Beyoncé não pode ser compreendido sem mencionar sua trajetória no Destiny’s Child, grupo do qual foi vocalista principal por quase uma década antes de iniciar a carreira solo no início dos anos 2000. Já como artista solo, ela experimentou diferentes sons e gêneros, expandindo continuamente seu alcance musical até desenvolver um DNA artístico próprio.

Álbuns lançados em fases mais maduras da carreira, como “Lemonade” e “Black Is King“, permitiram que Beyoncé se conectasse com o público ao abordar temas como empoderamento, herança cultural e resiliência. No entanto, a artista não começou sua carreira sendo abertamente vulnerável em relação às experiências pessoais em suas músicas. Apesar de continuar sendo uma das celebridades mais reservadas de Hollywood, ela passou a compartilhar recortes mais profundos de sua vivência como mulher negra depois de mais de duas décadas de carreira.

Profissionais e marcas geram mais conexão ao se relacionar de forma autêntica com seus públicos. Ao escolher estrategicamente o momento de expor sua vulnerabilidade por meio da arte, Beyoncé construiu uma marca ao mesmo tempo próxima e aspiracional. Isso a tornou não apenas relevante, mas também respeitada como uma artista disposta a enfrentar questões sociais importantes sem abrir mão da própria identidade.

3. Controle criativo é poder econômico

Muito antes de se tornar bilionária, Beyoncé tomou decisões que priorizaram autonomia artística e controle sobre a própria obra — um movimento que hoje se traduz diretamente em poder financeiro. A cantora começou a estruturar seu império empresarial em 2010, ao fundar a Parkwood Entertainment e internalizar praticamente todos os aspectos estratégicos de sua carreira. A empresa passou a gerenciar sua trajetória profissional e a produzir sua música, documentários e turnês, assumindo grande parte dos custos de produção para capturar uma fatia maior dos ganhos finais.

Em uma indústria historicamente marcada por contratos desfavoráveis e intermediários, esse modelo transformou independência em vantagem competitiva. Para profissionais de qualquer setor, a lição é clara: quanto maior o domínio sobre o próprio trabalho, reputação e ativos — sejam eles intelectuais, criativos ou técnicos —, maior a capacidade de capturar valor no longo prazo.

4. Reinvenção sempre

Para praticamente qualquer outro artista musical, a Renaissance World Tour teria sido o auge da carreira. A jornada de três horas, que percorreu toda a discografia de Beyoncé, foi um dos grandes fenômenos de 2023, arrecadando quase US$ 600 milhões (R$ 3,3 bilhões) e consolidando seu lugar, ao lado de Taylor Swift, como um dos maiores ícones da cultura pop no mundo.

Mas a supernova pop se reinventou mais uma vez em 2024, ao lançar o álbum country “Cowboy Carter”, que abriria novas oportunidades comerciais, renderia uma apresentação de Natal no intervalo de um jogo da NFL e resultaria na turnê de maior faturamento do mundo em 2025.

O álbum também fez de Beyoncé a artista mais indicada da história do Grammy, liderando com 11 indicações na edição do prêmio em 2025 e somando um total de 99 nomeações ao longo da carreira. O feito é ainda mais impressionante em uma indústria que costuma premiar artistas mais jovens e efêmeros. Mesmo considerada por muitos uma veterana da música, Beyoncé segue à frente do seu tempo e mantém o respeito de seus pares em um setor constantemente em busca do próximo grande nome.

*Sughnen Yongo é colaboradora da Forbes USA. Jornalista especializada em dar visibilidade às mulheres negras, escreve sobre saúde, justiça social e cultura pop.





Source link

📢 Aviso Legal O site ismaelcolosi.com.br atua apenas como um canal de divulgação de oportunidades de emprego e não se responsabiliza pelo processo seletivo, contratação ou qualquer outra etapa relacionada às vagas publicadas. Todas as informações são de responsabilidade dos anunciantes. ⚠️ Atenção! Nunca pague por promessas de emprego nem compre cursos que garantam contratação. Desconfie de qualquer cobrança para participar de seleções.