Carolina Kia, da weme, Assume Como CRO da BRQ após Aquisição

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Carolina Kia

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Carolina Kia começou a carreira na PwC, antes de cofundar a weme, em 2017

Desde que fundaram a weme, estúdio de design e produtos digitais, em 2017, vender a empresa estava no radar de Carolina Kia e de seus sócios, Maurício Bueno e Wagner Foschini. Nos últimos dois anos, começaram a receber propostas, avaliar ofertas e, em agosto deste ano, fecharam a aquisição pela BRQ, focada em projetos de transformação digital, em um valor não divulgado. “Para uma empresa de serviços, crescer 30%, 40% ao ano, que era o nosso ritmo, e dobrar o time é muito dolorido”, diz Kia.

Os fundadores entenderam que, para alcançar objetivos como expandir globalmente e investir em produtos de IA generativa, precisariam se unir a uma empresa complementar. A brasileira BRQ, com atuação nos Estados Unidos, América Latina e Europa, hoje emprega cerca de 3 mil pessoas e fatura em torno de R$ 600 milhões. “A ambição de ser uma empresa global e executar projetos relevantes fora do Brasil sempre esteve com a gente, desde o começo.”

O alinhamento de cultura e competências também pesou. “Eles têm expertise em tecnologia, arquitetura e cloud, áreas que não dominamos.” Já a weme, com 110 funcionários, é especialista em design e estratégia de produtos digitais. “A BRQ está em um processo de modernização e conexão com a mentalidade de experiência digital.”

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Neste novo momento, Kia assume como CRO (Chief Revenue Officer) tanto da weme quanto da BRQ, com um olhar estratégico para as áreas de vendas, marketing e endomarketing. “Fiz isso nos últimos oito anos para a weme, mas agora estamos em um contexto e uma estrutura maiores.”

Da consultoria ao empreendedorismo

Formada em administração pela USP (Universidade de São Paulo), Kia trabalhou seis anos na PwC antes de conhecer seus sócios, enquanto organizava o TEDx Campinas. “Eles haviam acabado de voltar de Stanford, maravilhados com a mentalidade do design thinking.”

Os astros se alinharam: eles precisavam de alguém que conhecesse os processos de grandes empresas; ela estava pronta para um novo momento profissional. “Na época, tocava projetos muito estratégicos e sentia falta de ver as coisas se tornando realidade.”

Entrou na weme como uma das primeiras funcionárias e, seis meses depois, foi convidada a se tornar cofundadora e sócia. “Começamos com o design thinking, uma abordagem colaborativa, mas evoluímos para uma mentalidade de produtos digitais”, conta. Depois de adquirir uma software house, a weme passou a atuar de ponta a ponta: da estratégia de uma solução digital ao lançamento. Entre os clientes, 70% do mercado financeiro, estão grandes empresas como BTG, PicPay, Visa, Novo Nordisk, Hypera Pharma e Pfizer.

Maurício Bueno é CEO desde abril de 2024, cargo que Kia também ocupou por quatro anos. “Mesmo como CEO, cuidava de vendas e relacionamento com clientes.” Segundo ela, a equipe de fundadores é complementar: “Maurício é visionário, Wagner tem a visão financeira e operacional, e eu cuido de posicionamento e marca, de como o mercado e os ‘wemers’ nos enxergam.”

Em 2021, os sócios lançaram a bud, software de gestão de times e OKRs. Kia foi CEO, mas após reorganização, a empresa foi integrada à weme como unidade de negócio. “Colocamos muita energia na bud, levantamos rodada anjo e pré-seed (R$ 1 milhão) com a Bossanova Investimentos, crescemos bastante, mas decidimos focar na weme, já mirando a venda.”

“Nunca tivemos medo de tirar as coisas do chão, testar, validar e matar, se fosse necessário.”
Carolina Kia

Desde cedo, ela se reconhece como empreendedora. “É muito mais uma forma de pensar do que um cargo”, afirma, lembrando que ainda na faculdade se envolvia em grupos, comunidades e organizações. Chegou até aqui criando e abraçando oportunidades: “Como me entrego de corpo e alma, vou ocupando os espaços que são abertos.”

Com essa mentalidade, os três sócios receberam o prêmio de empreendedores do ano da EY em 2023, entre fundadores à frente de empresas com crescimento acelerado no mercado.

Imersa no universo de startups, Kia encontra equilíbrio no yoga, que pratica há 15 anos. “É a minha forma de garantir que eu estou bem para oferecer o que eu tenho de melhor para as outras pessoas.”

A experiência de viver como nômade digital – entre uma temporada na Europa e viagens pelo Nordeste brasileiro – reforçou sua visão plural. “Só sou uma boa founder porque também medito, sei lidar com crianças, sou uma boa amiga e palestrante. Me considero uma generalista com muito orgulho. Cada experiência contribui para que eu desempenhe meu melhor, seja qual for o papel daquele momento.”





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