USP Ribeirão e França firmam parceria inédita para tratamento oncológico

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Na Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, uma pesquisa inovadora no combate ao câncer atraiu a atenção do Instituto Curie, um renomado centro de pesquisa e tratamento oncológico em Paris. Para alcançar avanços significativos nos resultados, foi firmada uma parceria inédita entre as duas instituições.

O objetivo é compartilhar conhecimentos e tecnologias para tratar pessoas afetadas por um tipo raro de linfoma cerebral. O projeto, que visa tratar cerca de 20 pacientes brasileiros e franceses, tem previsão de início para 2026.

Uma equipe composta por oito membros da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Consulado da França em São Paulo esteve em Paris entre os dias 18 e 22 de novembro para uma semana de intercâmbio científico.

Durante o evento, foram apresentados projetos inovadores na área de pesquisa celular, entre outros temas, com o objetivo de fortalecer parcerias entre instituições brasileiras e francesas.

Parceria França- Brasil

O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Gilberto Carlotti Jr., anunciou que a parceria entre Brasil e França vai começar em 2025, com o intercâmbio de cientistas brasileiros para as instalações francesas. O objetivo é dar acesso à tecnologia avançada e replicar o tratamento no Brasil. Cada país será responsável por tratar cerca de dez pacientes, que receberão as mesmas terapias, produzidas localmente.

“O Brasil já realiza tratamentos para linfoma e leucemias, mas não para os tipos que afetam o cérebro, e sim para os que atingem o corpo todo. Temos vários casos no país e um projeto de pesquisa único, em parceria com o Ministério da Saúde, para tratar pacientes utilizando essa nova ferramenta terapêutica”, destaca o reitor.

Carlos Gilberto Carlotti Jr. – Reitor da USP

Essa tecnologia pode reduzir significativamente os custos no Sistema Único de Saúde (SUS), com o valor médio do tratamento por paciente podendo chegar a até R$ 100 mil. Atualmente, o tratamento custa US$ 400 mil à saúde pública.


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