MIS Ribeirão exibe curtas-metragens durante Festival da Consciência Negra

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O Museu da Imagem e do Som de Ribeirão Preto (MIS-RP) e a Biblioteca Sinhá Junqueira prepararam uma programação especial para o Festival da Consciência Negra. O evento contará com a exibição de seis curtas-metragens, na próxima quarta-feira (13), a partir das 15h30, na Biblioteca Sinhá Junqueira.

Os curtas-metragens escolhidos abordam, cada um à sua maneira, temas relacionados à cultura e à consciência negra. A entrada é gratuita e aberta ao público. Confira a programação:

15h – Negros de cedro (DF, 1997, doc, cor, 35mm, 17’) | Direção: Manfredo Caldas

Retrato da agonia de uma comunidade negra nos confins do Estado de Goiás, que a marca em sua relação com os outros habitantes da região é uma forte consciência de sua negritude, que se exprime por meio dos usos e costumes que procuram conservar.

15h30 – Ilê Aiyê / Angola (BA, 1985, doc, cor, 16mm, 16’) | Direção: Orlando Senna

O curta mostra o Carnaval do grupo Ilê Aiyê, organização do bairro Curuzu, Salvador (BA). A música, a religião, a política e a influência desta comunidade negra com suas raízes africanas, 120 anos depois da suspensão do tráfico de escravos.

16h – Gato / Capoeira (BA, 1979, doc, pb, S8 16’) | Direção: Mario Cravo Neto

Cenas do capoeirista-bailarino pelas ruas de Salvador. O protagonista passa por diversas situações que envolvem o mundo popular da cidade e as tradições afro-brasileiras, com um fenomenal cuidado plástico aliando a coreografia e o realismo das relações corpo-espaço.

16h30 – Espaço sagrado (BA, 1975, doc, cor, 16mm, 17’) | Direção: Geraldo Sarno

Documenta o espaço sagrado de um candomblé típico do Recôncavo baiano. Os cultos seguem duas linhas distintas: um, a tradição Gegê/Nagô, com orixás iorubanos; outros, o culto dos caboclos, sincretismo de ritual angola e banto, com o carimbó indígena. O curta apresenta imagens e descreve o espaço urbano sagrado do terreiro, traçando um paralelo entre os dois cultos. Traz ainda um ritual em homenagem a Iemanjá à beira do Rio Paraguassu.

17h – Rio de Mulheres (MG, 2009, doc, cor, 35mm, 21’) | Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira

Neste curta-metragem é retratado um ambiente muito seco, onde a água é escassa, onde mulheres vivem entre crianças e outras mulheres.

17h30 – Alma no olho (RJ, 1974, doc, pb, 35mm, 12’)| Direção: Zozimo Bulbul

Considerado por críticos como o melhor trabalho de Zózimo Bulbul, faz uma reflexão sobre a identidade negra no Brasil, através de mímica e linguagem corporal focando a origem africana, a colonização europeia e a liberação através da identidade cultural.

Serviço

Curtas-metragens no Festival da Consciência Negra

Quando: quarta-feira, 13 de novembro
Horário: a partir das 15 horas
Local: Biblioteca Sinhá Junqueira | rua Duque de Caxias, 547 – Centro
Entrada gratuita e aberta ao público

SAIBA MAIS

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