A Polícia Civil realizou nesta terça-feira (18), a reconstituição da morte de Ana Júlia dos Santos Borsoi, de 19 anos, em um condomínio na zona Leste de Ribeirão Preto.
A jovem morreu após ser atingida no tórax por um disparo de arma de fogo, realizado no dia 27 de abril, pelo próprio marido, identificado como Matheus Augusto Pinto.
À polícia, o homem disse que o disparo foi realizado de forma acidental enquanto ele manuseava a arma. Ana Júlia chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
Apenas a polícia e os peritos entraram no apartamento onde os disparos foram realizados, localizado na avenida Professora Edul Rangel Rabello. O acusado ainda mora no local.
Na sequência, as equipes foram até uma praça no Recreio Anhanguera, onde a arma teria sido escondida por Vítor Hugo Pereira dos Santos, de 21 anos, amigo de Matheus. Ele mostrou aos policias o local onde enterrou o revólver, próximo a uma árvore.
Os dois envolvidos chegaram a ser presos, entretanto, foram liberados após audiência de custódia. O caso é investigado como homicídio e porte ilegal de arma pela polícia.
Segundo a defesa dos acusados, a reconstituição reforçou que o disparo foi realizado de forma acidental.
O crime
A jovem de 19 anos foi vítima de um disparo realizado pelo companheiro, em um apartamento da zona Leste de Ribeirão Preto, no dia 27 de abril. Ela morreu no dia seguinte. Ana Júlia deixou um bebê de 11 meses.
A vítima foi atingida na região do tórax e levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Treze de Maio, contudo, devido à gravidade do ferimento, foi transferida para o Hospital das Clínicas Unidade de Emergência (HC-UE).
No boletim de ocorrência (BO) consta que o companheiro da vítima informou a PM que eles estavam em uma praça quando ouviu um estampido e se deparou com a companheira ferida. No entanto, durante depoimento a polícia, o homem confessou ter realizado o disparo acidental dentro do apartamento onde residiam.
Ainda de acordo com o registro, após o disparo, o homem ligou para um amigo retirar a arma do apartamento.
Segundo Josiane Aparecida dos Santos Borges, tia da vítima, a família quer saber o que realmente aconteceu dentro do apartamento onde o casal morava.
Na época do ocorrido, ela disse que “[Ana Júlia] chegou a comentar com a mãe que estava pensando em largar, que não estava dando certo. Comentou que estava se sentindo muito sozinha, que o Matheus não era participativo na vida da família. Em nenhum momento, ela falou sobre agressão, que estava sendo ameaçada e nem que tinha um revólver dentro de casa”.
*Com informações EPTV
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